quarta-feira, 8 de abril de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
"O moleiro e as três árvores"
[Zacarias] “Espetou as orelhas para escutar melhor, e foi então que alguma coisa lhe pareceu estranha: o moinho já não dizia, como habitualmente, fome... fome... fome... fome..., ao ritmo certo do girar da mó. [...] Ali havia coisa, ai se havia! [...] O moleiro estava metido em trabalhos, ai estava, estava!”
O que terá visto Zacarias? Que trabalhos esperavam o moleiro ao chegar ao moinho? O mistério será desvendado já no próximo sábado, pela apresentação do livro “O moleiro e as três árvores. Apareçam!
"O moleiro e as três árvores"
"Zacarias, o gato do moinho, apanhou um valente susto. Um enorme estrondo repentino, brutal, interrompeu-lhe a sesta [...]."
O que terá assustado tanto o gato Zacarias? Coisa pouca não foi, de certeza. Mas, para saber ao certo, basta vir até à Biblioteca Municipal Manuel Alegre, no próximo sábado.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Apresentação de "O moleiro e as três árvores"
Ilustrações de "O lavrador e o lobo" distinguidas com o Children' s Book Merit
As ilustrações de Sara Cunha para o livro "O lavrador e o lobo" acabam de ser publicadas no "3X3 Illustration Annual" nº 11, revista norte-americana inteiramente dedicada à ilustração contemporânea, tendo sido distinguidas com o Chirdren's Book Merit.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
"O moleiro e as três árvores"
Era uma vez um moinho com história dentro.
Agora é a vez de uma história com moinho dentro. O gato Zacarias vai contá-la em público daqui a uns tempos. Vão guardando lugar na agenda... lá para fevereiro.
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
Se a memória existe
"Se a memória existe", um filme de João Botelho, baseado no livro "O tesouro", de Manuel António Pina.
PARA QUE A MEMÓRIA NUNCA SEJA APAGADA...
sexta-feira, 25 de abril de 2014
"25 de abril, 40 anos de liberdade", apresentado na Universidade de Aveiro
Como o 25 de Abril e a criação literária se fundem
Departamento de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro concebeu um programa especial comemorativo dos 40 anos do 25 de Abril que se vai prolongar até Novembro. O “calendário” arrancou na passada quarta-feira com a inauguração da exposição “40 anos de Abril”, com concepção gráfica de Nuno Dias, do Departamento de Comunicação e Arte da UA. Ontem, a atenção concentrou-se nos escritores, na produção literária e de que forma a revolução dos cravos os inspira.
in Diário de Aveiro, sexta-feira 25 de abril de 2014
A voz dos cravos
A voz dos cravos
Sou de um país onde os cravos são palavra
são arma, luta, canção
País numa flor inteiro
onde o vermelho foi dor
hoje é voz, libertação
Este país é o meu
onde os cravos são palavra
dizem mar, azul e céu
Um abril em cada voz
uma flor por coração
batendo forte no peito
ao ritmo de uma nação
M. C. Vicente / foto de António Rilo in "25 de Abril, 40 anos de liberdade",
ed. Trinta Por Uma Linha
(Este livro pode ser adquirido em http://www.trintaporumalinha.com/tropelias_e_companhia.html)
quinta-feira, 24 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
25 de Abril, 40 anos de liberdade
"Palavra canção" é o título da parte que me cabe nesta Antologia a relembrar ABRIL.
Partilho convosco o comentário que me enviou o Dr. Paulo Sucena, após a leitura dos meus poemas.
“Palavra Canção” mantém-se com a qualidade do que mais aprecio
na sua língua literária sobre a qual já tantas vezes escrevi. A
narratividade continua a ser usada com grande desenvoltura, imaginação e
criatividade linguística o que faz da dúzia de poemas de “Palavra
Canção” uma das mais bem conseguidas obras da literatura infanto-juvenil
(não estarei a ser redutor?) sobre a Ditadura e a Revolução de Abril e
os seus sinais mais marcantes: o perfil do ditador, a asfixia cultural, a
opção política, a censura, o exílio, a guerra colonial por um lado e
por outro tudo o que de Abril o sujeito da enunciação diz e que
sintetizo nos versos da última estrofe do último poema:
"promessa em cada abril renovada
pelo vermelho intenso de um cravo
e um eterno perfume de madrugada"
Parabéns e um forte abraço pelo brilho da palavra e pela originalidade
com que aborda temáticas já tão “batidas” mas nos seus poemas
renascidas, o que mostra que o ponto de vista em que a voz do poeta se
coloca é determinante para a qualidade da poesia produzida.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
De novo por terras de Coimbra. Desta vez em Casais da Ribeira
Em Casais da Ribeira (Coimbra), no dia 5, continuei a "Rimar e Cantarolar", desta vez também com os meninos do JI, que, aliás, se portaram exemplarmente, mesmo quando assistiram às atividades destinadas aos mais velhos. Parabéns! As lendas continuaram a fascinar os mais crescidos. Os rapazes revelam preferência pel' "O diabo do Alfusqueiro", as meninas gostam muito da história da princesa e do cavaleiro que moram no livro d' "A Bicha Moira".
Continuando a rimar em Ribeira de Frades (Coimbra)
Em Ribeira de Frades (Coimbra), no passado dia 3, tive a magnífica receção do coro de todos os alunos da EB1, que cantaram, sob a direção do professor Paulo, o "Papagaio loiro" com a letra renovada, que retiraram do livro "Rimar e cantarolar". Já na sala, continuámos a cantarolar algumas rimas do meu livro, sempre acompanhados à viola pelo professor Paulo. Seguiram-se as lendas, contadas com a ajuda dos fantoches de papel. "O lavrador e o lobo" também teve os seus adeptos e, para satisfazê-los, contou-se a história, acompanhada pela observação das ilustrações de Sara Cunha. Acho que o "público" ficou com vontade de continuar a cantarolar os meus poemas...
A rimar e a cantarolar na EB1 de Taveiro (Coimbra)
Esta é a EB1 de Taveiro, onde estive no passado dia 2. Os meninos do 1.º ano mostraram o que sabiam lendo uma estrofe d' "A saquinha das surpresas". O professor Paulo fez o arranjo musical para os poemas "O ladrão do gato" e "A saquinha das surpresas", que foram primorosamente cantados por um grupo de alunos. Os mais velhos preferiram as lendas com especial favor para "A Bicha Moira", a história da princesa encantada. Os fantoches de papel ajudaram a fazer a dramatização. Foi uma manhã produtiva e bem passada.
domingo, 8 de dezembro de 2013
Por terras de Coimbra
Será em Coimbra, com os meus leitores mais novos, que vou estar na semana de 2 a 5 de dezembro.
O folheto de divulgação tem como fundo uma imagem do meu livro Rimar e Cantarolar (ilustrado por Rute Reimão). É linda!
domingo, 24 de novembro de 2013
Apresentação da antologia "25 de abril, 40 anos de liberdade"
Apresentação do livro "25 de abril, 40 anos de liberdade" (edição Tropelias & Companhia), na Casa da Cultura, em Coimbra.
Um livro que ajudará na missão urgente de anunciar ou relembrar, para perpetuar abril. Foi hoje lançado nas asas da gaivota que António Rilo trouxe das praias de Ílhavo (adivinho eu...), e que anunciará os nossos poemas como
"promessa em cada abril renovada
pelo vermelho intenso de um cravo
e um eterno perfume a madrugada"
(ibidem, pág. 57)
25 de abril, 40 anos de liberdade
Apresentação da antologia "25 de abril, 40 anos de liberdade", com poemas de João Manuel Ribeiro, José António Franco e Maria da Conceição Vicente; fotografias de António Rilo. Será na Casa da Cultura, em Coimbra.
sábado, 16 de novembro de 2013
"Herói procura-se" (cont.)
Quem lê escreve. E duas alunas do 5.º E, da Escola de Santa Clara, na Guarda, escreveram a continuação do conto "Herói procura-se" (in "Histórias Assim e a Sério"). Aqui ficam os resultados de: quem lê um conto... acrescenta um ponto (ou mais..)!
Personagem procura-se …
Era uma vez
um dragão …
Um dragão?!...
Eles já não existem e foram banidos, porque cuspiam fogo por todo o lado.
Era uma vez
um gigante…
Um
gigante?!... Deves andar maluco! Já pensaste que ele pode pisar-nos e destruir
a aldeia?
Era uma vez
um zombie…
Um zombie?!
… Vais querer assustar os miúdos ? Assim eles não leem nada, ficam com
pesadelos. E eles comem cérebros...
Era uma vez
um contabilista…
Um
contabilista ?!... Foste buscar essa palavra a um dicionário. É uma seca para
os miúdos de hoje em dia.
Era uma vez
um cientista maluco…um cientista maluco! Boa ideia é cómico e giro! Esta foi a
tua melhor ideia.
A personagem
escolhida é... um cientista maluco.
Mafalda Faustino - 5ºE
ilustração de Sónia Borges
Todas
as personagens pensaram, pensaram e, de repente, surgiu uma ideia. Todos
exclamaram em conjunto:
– Vamos sair do livro para procurarmos a
pessoa certa!
E saíram do livro para procurarem a
pessoa ideal. Procuraram e procuraram, dia e noite, mas nada. Quando já estavam
prestes a desistir, encontraram uma escritora. Ela estava disposta a
arranjar-lhes um herói. Mas que herói seria? Pensou e pensou e teve uma ideia:
o Zé Estarola.
E assim começou uma nova história.
Matilde Mendes - 5ºE
Subscrever:
Mensagens (Atom)













